Não existe um juiz. Existe um grupo de pessoas com incentivo para falar a verdade — e um mecanismo que garante isso.
Você manda a prova — foto, vídeo ou timelapse, conforme a regra que o clube combinou aceitar.
Os outros membros do clube analisam a prova e votam: validar ou contestar.
O voto da maioria decide o resultado. Prova aceita ou reprovada, o caso está julgado.
Cada validação é, na prática, um pequeno jogo. Cada membro escolhe entre falar a verdade sobre o que viu ou tentar manipular o resultado — aprovando a prova falsa de um amigo, ou reprovando uma prova legítima por implicância.
O Brio usa o placar do próprio clube contra quem tenta trapacear. Quando o caso é revisado, quem fica em minoria — ou seja, votou diferente da maioria dos outros membros — perde parte do valor que colocou no desafio. Essa parte vai para quem votou com a maioria.
Mentir sai mais caro do que julgar direito. A estratégia dominante é sempre dizer o que você realmente viu.
O clube decide primeiro. Mas nem toda decisão é perfeita — às vezes a maioria erra, ou aplica uma penalidade injusta em quem votou direito.
Por isso, qualquer decisão do clube pode ser levada aos moderadores do Brio: aprovar ou reprovar uma prova, ou aplicar a punição por voto em minoria.
A moderação analisa o caso e confirma a decisão do clube — ou desfaz, devolvendo o que foi perdido por engano.
Errar uma leitura acontece. Mas quem fica em minoria com frequência — sempre contestando provas boas, ou sempre aprovando provas ruins — não está errando por acidente.
Por isso, votos de má-fé repetidos aumentam a penalidade. Quanto mais vezes você fica em minoria, maior a parte da sua entrada que vai para quem votou direito.
Entre na lista de espera e seja avisado quando o primeiro lote de clubes abrir.